terça-feira, 15 de setembro de 2009

Entrevista ao Sr Presidente do CDR Ilidio Manuel

No reatar de mais uma época desportiva o CDR iniciou os trabalhos de preparação num ano que Ilidio Manuel, natural da Freguesia de Cabaços, abarcou mais uma enorme responsabilidade na sua vida: a Presidência do Clube Desporto e Recreio.

O Plantel para época 2009-2010

Guarda Redes - Cabreca (ex Régua), Fávio (ex Júnior).

Defesas - Pingato, Luis (ex Júnior), Luis (ex Fornos de Algodres), Félix (ex Tarouca), Tiago (ex Tarouca), Sérgio, Nuno e Tozé (ex Fontelas).

Médios - Coutinho (ex Pesqueira), Nando (ex Júnior), Oceano. Monteiro (ex Pesqueira), Ricardo (ex Alvite), André (ex Júnior) e Mánu.


Avançados - Liedson (ex Riodades) e Domingos (ex Cinfães)


Jogos de preparação já realizados:

Lamego 3 - CDR 1

Fontelas 0 - CDR 3

A dedicação da tua parte ao CDR vêm desde há muitos anos a esta parte. Sendo tu, natural de Cabaços, o porquê à Vila de Moimenta?
Gosto imenso de futebol. Como disseste ando nisto à quase 20 anos (atleta e dirigente). Joguei contigo, ainda levaste algumas!! Só o gosto pelo futebol, o amor ao clube é que me trouxe até aqui. Não existe uma explicação, vem de cá de dentro. O teu pai é um exemplo daquilo que falo e sinto.

Quais são as principais dificuldades que encontras para dirigir o clube?
Em primeiro lugar o tempo dado tratar-se de conciliar a familia, o trabalho e o clube. Mas mais a familia. é muito complicado gerir esta situação da familia. Em segundo lugar somos muito poucos a fazer parte da parte da direcção. No ano passado tinhamos 6 (seis) equipas a jogar quase todos os fins de semana. Imagina o trabalho que implica e com tão pouca gente a colaborar. Em terceiro lugar e, é de conhecimento geral, que apesar do orçamento de cada época temos que fazer uma enorme ginástica para cumprir com as nossas obrigações.

Mas o ano passado faltou o que para que o orçamento fosse largamente ultrapassado? Qual era o valor do mesmo?
Tivemos enormes responsabilidades. Não vamos fugir a elas. Quero deixar uma palavra de apreço ao Celso (antigo Presidente) pelo enorme trabalho que desenvolveu por uma terra que nem é a sua. Os compromissos assumidos pela anterior direcção estão a ser saldados por ele. Falhamos no número de equipas inscritas. Os objectivos na equipa sénior foram demasiado altos. Mas quem quer ter futebol competitivo, de qualidade que nós tivemos na época passada é obrigado a pagar um preço.
O orçamento rondava os 60 000,00 euros tendo a origem que tem.

Um valor elevado?
Ainda bem que fazes a pergunta.Se dividirmos esse valor pelo número de meses em competição (9 meses) ronda mais ou menos os 6600,00 euros por mês. Para seis equipas é manifestamente pouco. Temos que fazer o nosso trabalho. Mas ninguém pergunta o retorno que o futebol consegue para Moimenta ao nivel da restauração, do comércio, do dia a dia, o efeito que provoca nas suas gentes.Os ultimos dois anos passados com as equipas jovens é um exemplo que com o futebol existem sectores a ganhar dinheiro. Somos muito pouco apoiados. Claro que isto não é regra.

Quando falas em falta de apoio referes-te concretamente a que? Partilhas a opinião que os pais dos jovens atletas deveriam contribuir de alguma forma?
O CDR foi um clube fundado em 1945. Tem quase 70 anos de história. Deveria ser mais respeitado. A nivel associativo na terra não existem comparações.
Se os pais de alguma forma contribuirem (tornarem-se sócios, no fim dos treinos deslocarem-se ao Matão para apanharem os seus filhos) estão a facilitar a vida aos poucos directores que existem e que não são renumerados, antes pelo contrário dão o corpo ao manifesto e tiram algum do seu bolso.

O dirigismo deveria ser renumerado?
Pessoalmente entendo que não.Bastava que cada moimentense tivesse o prazer de trabalhar em prol da terra.Era mais facil para todos e ganhava só um, o CDR.

Qual é a tua opinião de um projecto-desportivo para todo o Concelho? Não vai avante porquê?
Completamente a favor. Se calhar as pessoas ainda não se sentaram para falar mas seria muito dificil concretizar. Deveria existir um entendimento ao nivel das Freguesias. Poupavamos recursos logisticos e financeiros. Era o Concelho que ficava a ganhar. Falo ao nivel do desporto deixando de lado as iniciativas recreativas e culturais. Não faz sentido este "cada um por si". Não vai para a frente porque é do tipo: existe uma Quinta e " cada um quer ter o seu quintal para cultivar". O interesse individual é superior ao voluntariado, à terra e ao Concelho.

Pensas que a formação em termos desportivos é eficaz, ou seja, com a formação atinge-se os objectivos traçados?
Apesar do CDR ser um clube com tradição na formação tendo dado muitos e bons frutos a formação vai no mesmo sentido dos objectivos pretendidos. Queres uma equipa competitiva a formação por si só não responde a isso. Não existe nenhum clube no mundo que queira ser competitivo e viva só da formação.

Quais os objectivos para a presente época?
Existe uma coisa que quando falta é quase descer divisão: as coisas organizadas com tempo. Nisso não falhamos e pudemos descer porque no futebol tudo é possivel. Será uma época tranquila sem elevar a fasquia mas que não andemos com a corda na garganta. Penso que temos plantel para isso.

O clube terá todos os escalões?
No ano passado tivemos um número elevado de equipas. Este ano estamos a pensar reduzir isto porque na situação dos Juvenis não existirem atletas em número suficiente.

Queres deixar um repto aos adeptos?
Um apelo: ajudem, apoiem o CDR porque ele contribui para levar mais longe o nome da nossa terra.










quinta-feira, 18 de junho de 2009

Nova Época

Tem chegado alguns mail's questionando sobre se existem novidades sobre a nova época. Até agora não tenho tido noticias sobre este assunto e portanto não faz sentido entrar em especulações, de uma coisa tenho certeza, o CDR há-de continuar porque o faz ha sessenta e muitos anos e ja passou por muitas dificuldades.
Outro assunto que tem chegado com frequencia por mail tem a ver com alguns pagamentos. Espero que tudo se resolva a bem, que se pague a toda a gente para que o CDR continue a ser um Clube respeitado. Sei que a crise afecta todos e muita coisa tem que ser repensada, não só a nivel de clubes mas tambem de jogadores.
Os clubes hao-de perceber que para continuarem a sobreviver têm que estar organizados financeiramente e ai os jogadores que quiserem receber pelos seus serviços têm que estar colectados nas finanças e assim tudo será transparente, enquanto assim nao for, nada funcionará, as pessoas desconfiam, os apoios nao surgem ... enfim isto é mal que é extensivel a todos os clubes, das regionais aos nacionais!
Prometo que logo que tenha alguma noticia sobre qualquer um destes temas o colocarei!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Guardiola disse sobre Iniesta

Não usa brincos, não tem tatuagens, tem o cabelo curto, não embirra por jogar apenas vinte minutos e, no entanto, é o melhor de todos.
Guardiola

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Juniores A (Juniores) 2ª Divisão Nacional - 7ª Jornada

Arrifanense 1 - Moimenta da Beira 1
Sanjoanense 1 - Gouveia 0
Estação 0 - União de Coimbra 2
Tourizense 1 - União de Lamas 3

Folgou: Sporting de Espinho

Classificação após 7ª Jornada - Fase de Permanência/Descida 2ª Fase:

Taça Sócios de Mérito: Meias-Finais

Mangualde 2-1 O. Frades
M. Beira 1-0 Campia

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pivô e ponto final

Embora não seja obcecado por preciosismos terminológicos, penso que o uso acertado dos termos tendo em conta aquilo que estes se propõem representar é de grande importância e, no caso do pivô, poderia evitar alguns dos muitos mal entendidos que se verificam em torno de tal função. De facto, não raras vezes, verifica-se um recurso indiferenciado e desajustado dos termos “pivô defensivo”, “pivô ofensivo”, “trinco” e “pivô”.

Ora, por definição, um pivô é “um eixo vertical fixo à volta do qual gira uma peça móvel”. Se olharmos para aquela que é, de momento, a equipa que denota maior qualidade de jogo a nível internacional, o Barcelona, verificamos, tal como é salientado no texto “Um divorcio anunciado”, que se trata da “equipa que melhor espelha esta forma peculiar de atacar subjacente à presença em campo de um pivô”. Guardiola, parecendo evidenciar no banco a mesma lucidez que mostrava em campo, mostra-nos que o desempenho bem sucedido da função de pivô é determinante para a dinâmica colectiva da equipa. E, para mim, somente em equipas onde o pivô é a grande referência faz sentido, de facto, tal designação, visto que é à sua volta que gira uma peça móvel: um determinado jogar.

Embora na definição de pivô este seja sugerido como algo fixo, importa perceber que, no Futebol, esta ideia de fixo não deve ser entendida como um fixo estático. Confuso? Talvez um pouco. Mas passo a explicar. Este “fixo” (para mim o mais posicional de todos os jogadores) tem de ser relativizado, devendo ser entendido como uma referência permanente do jogar da equipa, o tal “farol”. Isto é, tal como um farol, o pivô deve ser uma referência de segurança, alguém que ilumina o jogar da equipa e que, apesar de uma acção e funcionalidade aparentemente intermitente (porque não tem sempre a bola), a sua luz nunca se apaga, está sempre presente, surgindo para dar luz aos companheiros. Caso essa luz não fosse intermitente, estaríamos a deturpar aquela que é, para mim, a essência do Jogo. Isto é, se essa luz brilhasse sempre, seria a expressão de um jogar em que a equipa se subjuga ao jogador e não a expressão de uma equipa onde o pivô, pelo seu potencial, confere equilíbrio, clarividência e qualidade à organização colectiva.

Importa ainda esclarecer que, como tão bem afirma Vítor Frade, o pivô deve ser um “farol” e não um “pirilampo”. Poderá pensar-se que me estou a contradizer, porque afinal um farol, tal como um pirilampo, também emite uma luz intermitente. No entanto, o tipo de intermitência de um é diferente da do outro. Isto é, enquanto que a intermitência do “farol” é regular e, por isso, benéfica para a equipa, a luz intermitente do “pirilampo” é esporádica e irregular, intermitente de um modo indefinido, não podendo, por isso, ser uma referência para a equipa. Mesmo que, por vezes, essa luz possa até ser mais intensa que a de um “farol”. Mas isso não passa de um fogo de vista que nos acaba por iludir. Se eu estiver no mar perdido e vir um farol sei que, quanto mais perto me encontrar deste, mais próximo estou de terra. Contudo, se estiver perdido numa pradaria e vir a luz de um pirilampo e a seguir, irei para onde este quiser. Esta é a grade diferença entre os “faróis” ou “rosas-dos-ventos” e os “pirilampos” ou “cata-ventos” do Futebol! Enquanto os primeiros centram a sua acção num referencial colectivo de jogo, a Cultura de jogo da equipa, os “pirilampos” centram o jogo nas suas acções ou, no caso dos “cata-ventos”, a sua acção no jogo do adversário, acabando ambos por levar a equipa atrás de si, podendo daí, de uma forma linear, advir algumas vantagens, mas também, seguramente, muita instabilidade.

Ainda relativamente à designação de “pivô defensivo” e “pivô ofensivo”, quero realçar que a acção do pivô se centra no jogo, não em atacar, defender ou transitar. O Jogo é “Inteireza Inquebrantável”, logo não faz qualquer sentido este tipo de designações. Pivô é pivô do jogo, do jogo todo e, como tal, as suas funções não se esgotam em defender, atacar ou transitar. Em suma, pivô e ponto final.

Tal como o Nuno Amieiro, também eu me lamento que existam poucas, muito poucas, equipas a jogar neste “comprimento de onda” e poucos, muito poucos, pivôs no futebol de hoje. A prova de que quantidade não é qualidade e de que aquilo que é norma nem sempre interessa. Junto-me a tal murmúrio e acrescento que além deste crime se observam outros no Futebol actual. Por exemplo, ver que jogadores de enorme qualidade e mestres a actuar numa posição e função de tanta especificidade, como a de pivô, são por vezes colocados em posições e funções diferentes. Veja-se o caso de Pirlo. Que desperdício vê-lo jogar regularmente em diferentes posições.

Jorge Maciel

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A lição teórica de Guardiola

O futebol do Barcelona 2008/2009 não deixou ninguém indiferente. Enquanto uns ficaram absolutamente rendidos, outros reagiram de forma mais reservada, considerando que numa competição mais exigente do ponto de vista atlético, como é a Liga Inglesa, por exemplo, esta filosofia teria pouco sucesso. Sem nunca se ousar colocar em questão a qualidade de jogo da equipa catalã, surgiu a velha dicotomia beleza/utilidade e muitos foram os que fizeram a defesa da tese de um Barcelona demasiado “macio”, menos pragmático do que o desejado e servido por um conjunto de jogadores que carecia de músculo. Dizia-se que, em encontros contra equipas atleticamente superiores e assaz competentes do ponto de vista táctico, este Barcelona não se conseguiria impor e que, apesar de praticar o mais belo futebol da Europa, esta não era a forma mais eficaz de se ter êxito.
Em primeiro lugar, há que dizer que num jogo de futebol, como em qualquer outro jogo, o belo é sinónimo de bom. Isto porque em qualquer coisa com um objectivo tão claro, como é o caso do futebol, é impossível aceitar que algo que não possa produzir consequências práticas possa ser belo. Depois, o erro crasso é acreditar que falta músculo a este Barcelona. É evidente que, em termos atléticos, esta equipa não é tão capaz como as grandes equipas europeias, mas o erro está em presumir que uma equipa de sucesso, no futebol actual, necessita impreterivelmente dos melhores atletas, no sentido em que estou a utilizar o termo. A musculatura desta equipa existe, ao contrário do que se pensa, embora seja de outra ordem.
É verdade que este Barcelona é tudo isto com que o caracterizam. Mas nenhuma dessas características tem necessariamente de ser um defeito. E esta é a grande lição de Guardiola. Numa altura em que, muitos pensam, se parece caminhar para um desporto cada vez mais musculado, no qual a força física e as capacidades atléticas são decisivas, este Barcelona vem deitar por terra essa ideia. O bom futebol, o melhor futebol, é aquele que é jogado com a cabeça, aquele que dá preferência aos atributos intelectuais. O futebol de hoje é um jogo de pouco espaço. Para muitos, tendo em conta essa evidência, os jogadores mais aptos serão, portanto, os mais rápidos, os tecnicamente mais evoluídos e os mais fortes. Se há coisa que este Barcelona vem provar é que isso, em rigor, não tem de ser assim. Os mais aptos são os mais inteligentes, os que decidem mais rapidamente, os que conseguem "fabricar espaços", os que possuem maiores índices de criatividade, etc.
É inegável que esta equipa joga um bom futebol, mas a sua grandeza não se esgota aí. Mais do que uma excelente ilustração de bom futebol, trata-se de uma verdadeira lição teórica sobre o jogo. Por trás desta equipa está um conceito que vem quebrar não só com muitos dos paradigmas actuais como também vem contradizer ideias e conceitos que, ao longo do tempo, foram elevados ao estatuto de dogma. Enquanto grande parte dos treinadores diz aos seus laterais para nunca jogar no meio, pois é mais arriscado do que jogar em profundidade na linha, este Barcelona postula o contrário. Os laterais devem jogar no meio, porque é no meio que a possibilidade de criação de apoios é maior e porque é regressando ao meio que as possibilidades de escapar ao “pressing” do adversário aumentam. Enquanto grande parte dos treinadores diz aos seus jogadores para não saírem a jogar caso o adversário pressione muito alto, pois é perigoso, este Barcelona não o admite, seja em que situação for. Um excelente exemplo desta “teimosia” foi a final da Taça do Rei. O Athletic de Bilbao optou, sobretudo depois de se encontrar a perder, por pressionar altíssimo, aquando dos pontapés de baliza do Barcelona. A ideia era fazer com que os defesas catalães não tivessem espaço para receber a bola e obrigá-los a jogar a contragosto, com saídas com pontapés longos. O Barcelona não fez caso disto e, ainda que a grande maioria dos treinadores desaconselhasse a sua equipa a sair a jogar nessas condições, saiu sempre a jogar. Com o auxílio dos laterais e do médio-defensivo, que baixou para servir de apoio, a equipa trocava assim a bola dentro da própria grande área, utilizando toda a largura do campo para criar linhas de passe, até que esta chegasse a uma das linhas. Nessa altura, um médio ou o extremo baixava para servir de apoio vertical e, recebendo a bola do lateral, entregava-a de imediato no médio-defensivo, ficando concluída a saída de bola. Alternadamente, dependendo da forma como o adversário pressionava, saíam também pelo meio, depois de conseguirem puxar os adversários para uma faixa e fazendo regressar a bola rapidamente aos centrais. O que é certo é que nunca desvirtuaram a sua maneira de jogar, mesmo correndo riscos tão elevados. Enquanto grande parte dos treinadores diz que não quer "rodriguinhos", que a equipa tem de ser objectiva, que um passe para trás só se faz em caso de aperto e que uma ideia de progressão deve estar sempre presente quando uma equipa troca a bola, este Barcelona vem dizer que isto não é bem assim e que nem sempre é para a frente que se joga, que a objectividade, quando excessiva, se transforma em previsibilidade. Este Barcelona, como joga, torna-se difícil de parar porque nunca se sabe por onde vai entrar, porque o seu futebol não se limita a fazer o mais simples, o mais objectivo, sendo, pelo contrário, complexo e imaginativo. Enquanto grande parte dos treinadores diz aos seus jogadores que qualquer nesga para chutar à baliza deve ser aproveitada, este Barcelona refuta essa velha máxima e Guardiola já disse mesmo que prefere que os seus jogadores, mesmo dentro da grande área, troquem a bola em vez de chutar à baliza. A ideia é concluir o lance apenas quando as possibilidades de êxito são consideravelmente boas.
Por tudo isto, este Barcelona, mais do que uma equipa que pratica um futebol agradável, mais do que uma rara excepção de sucesso com armas diferentes, mais do que um exemplo de bom futebol, fundamenta-se na destruição de predicados ancestrais. Representa uma autêntica reformulação teórica do jogo. E é algo que, perdurando, pode contribuir para modificar a mentalidade que, nos dias que correm, domina o jogo.

Nuno Amado